Se você abriu o edital e sentiu que Informática parece uma mistura de Excel, Windows, internet, segurança, atalhos e nomes técnicos sem conexão, eu quero começar por uma ideia simples: você não precisa aprender tudo de uma vez e nem precisa se tornar especialista em computador para ir bem na prova.
O que eu recomendo é aprender a matéria do jeito que ela aparece nas questões. Em concurso, saber usar um programa no dia a dia ajuda, mas não basta. A banca pode perguntar o nome exato de um recurso, a diferença entre dois conceitos muito parecidos, o comportamento de uma fórmula ao ser copiada ou uma característica de segurança que passa despercebida no uso comum.
Por isso, neste guia eu organizei um caminho para quem está começando realmente do zero. Minha proposta é que você saia daqui sabendo o que estudar primeiro, como transformar teoria em acertos, como corrigir questões e como revisar sem precisar reler uma apostila inteira.
Antes de tudo: Informática de concurso não é um curso de computação
Eu gosto de separar essas duas coisas porque isso evita muito desperdício de tempo. Para a maioria dos concursos administrativos e de nível médio ou superior, a cobrança costuma girar em torno de ferramentas e conceitos de uso cotidiano: sistema operacional, editor de textos, planilha eletrônica, navegadores, e-mail, armazenamento em nuvem e segurança da informação.
Isso significa que meu objetivo ao estudar não seria “dominar o Excel inteiro” ou “saber tudo sobre Windows”. Eu procuraria dominar o recorte do edital e o padrão de cobrança da banca.
Na prática, eu organizaria o estudo em três habilidades:
- Entender: saber o que um recurso ou conceito realmente significa.
- Reconhecer: identificar esse conceito quando ele aparece disfarçado em uma alternativa.
- Distinguir: separar conceitos parecidos, porque é aí que muitas pegadinhas aparecem.
É por isso que eu não recomendo passar semanas apenas assistindo aulas. A teoria cria a base; as questões mostram se a base está funcionando.
1. Eu começaria pelo edital, não pela apostila
O primeiro erro que eu evitaria é abrir um material genérico de Informática e estudar do começo ao fim. Antes disso, eu pegaria o conteúdo programático e transformaria cada item do edital em uma lista de tópicos.
Um edital pode trazer, por exemplo:
- Microsoft Windows;
- Microsoft Word;
- Microsoft Excel;
- internet e correio eletrônico;
- conceitos de segurança da informação;
- armazenamento em nuvem.
Eu quebraria cada bloco em unidades pequenas. “Excel”, por exemplo, é grande demais para ser uma sessão de estudo. Eu dividiria em fórmulas, operadores, referências, funções, filtros, classificação, gráficos, formatação e atalhos.
Isso produz duas vantagens: eu consigo estudar em blocos curtos e consigo localizar questões específicas daquele assunto.
2. Qual ordem eu usaria para começar do zero?
Quando o edital não deixa uma prioridade muito evidente, eu gosto desta sequência porque ela cria uma progressão lógica e cobre tópicos muito recorrentes em provas:
- Excel e planilhas: operadores, fórmulas, referências, funções, filtros, classificação e gráficos.
- Word e editores de texto: formatação, parágrafo, estilos, tabelas, revisão, cabeçalho, rodapé e layout.
- Windows: arquivos, pastas, extensões, área de transferência, Lixeira, Explorador de Arquivos e atalhos.
- Internet e navegadores: URL, protocolos, cache, cookies, downloads, pesquisa, e-mail e nuvem.
- Segurança da Informação: phishing, malware, autenticação, senhas, backup e engenharia social.
- Redes, hardware e tópicos específicos: somente conforme o edital exigir.
Essa ordem não é uma verdade universal. Se a banca do seu concurso cobrar muito mais Segurança do que Word, eu mudaria a prioridade sem hesitar. O edital e as questões da banca sempre têm mais peso do que qualquer roteiro genérico.
3. Como eu estudaria cada tópico: teoria curta + questão imediata
Meu bloco básico seria simples:
- 15 a 25 minutos de teoria;
- 5 a 10 questões do mesmo assunto;
- correção detalhada;
- uma anotação curta do erro, se necessário.
Eu prefiro esse formato porque ele reduz a ilusão de aprendizado. É fácil terminar uma aula achando que entendeu tudo. Quando a questão muda duas palavras e eu erro, descubro rapidamente o ponto que ainda não ficou sólido.
Exemplo: referências no Excel
Considere a fórmula =A1*$B$1. A referência A1 é relativa. Se eu copiar a fórmula para outra posição, ela pode se ajustar. Já $B$1 é absoluta: coluna e linha permanecem fixas.
A Microsoft explica que o Excel usa referências relativas por padrão e que o símbolo $ permite fixar linha, coluna ou ambas. Também existe a referência mista: $B1 fixa a coluna B, enquanto B$1 fixa a linha 1.
Uma pegadinha clássica: achar que qualquer referência que tenha $ é totalmente absoluta. Não é. Para ser totalmente absoluta, eu preciso ver os dois sinais: $B$1.
Outro detalhe útil: no Excel para desktop, a tecla F4 pode alternar entre os tipos de referência quando a referência está selecionada na fórmula. Esse é um daqueles pequenos detalhes que a banca pode transformar em questão.
4. O que eu estudaria primeiro no Excel
Excel costuma assustar quem começa do zero porque há centenas de funções. Eu não tentaria decorar centenas. Eu começaria pelo mecanismo da planilha e por funções que ajudam a entender a lógica.
Operadores
Eu teria segurança em operações aritméticas e comparações: +, -, *, /, ^, =, >, <, >=, <= e <>.
Funções fundamentais
SOMA;MÉDIA;MÁXIMO;MÍNIMO;SE;CONT.SEeSOMASE, quando previstos no edital.
Mais importante que decorar o nome é conseguir ler uma fórmula. Se eu vejo =SE(A1>=7;"Aprovado";"Reprovado"), eu preciso entender a estrutura: teste lógico, resultado se verdadeiro, resultado se falso.
Referências entre planilhas
Também vale entender a notação usada para referenciar outra planilha. Em uma fórmula como =Planilha2!A1, o ponto de exclamação separa o nome da planilha da célula ou intervalo referenciado. Quando o nome da planilha tem espaços, ele pode aparecer entre apóstrofos.
Esse tipo de conhecimento é mais produtivo para prova do que decorar dezenas de botões isolados.
5. Como eu abordaria Word
No Word, eu evitaria estudar apenas pela aparência da tela. As versões mudam, mas muitos conceitos permanecem. Eu organizaria o estudo por função:
- Fonte: tipo, tamanho, negrito, itálico, sublinhado, cor e efeitos.
- Parágrafo: alinhamento, recuo, espaçamento, listas e tabulação.
- Estilos: padronização e estrutura do documento.
- Layout: margens, orientação, tamanho do papel e colunas.
- Revisão: ortografia, comentários e controle de alterações.
- Inserção: tabelas, imagens, cabeçalho, rodapé e número de página.
Eu também compararia comandos que parecem semelhantes. Por exemplo: alinhamento centralizado não é a mesma coisa que justificar; copiar formatação não é copiar o conteúdo; “Salvar” e “Salvar como” não têm exatamente a mesma finalidade.
6. Windows: o assunto que parece fácil até a banca cobrar detalhe
Quem usa Windows todos os dias tende a subestimar essa parte. Eu não faria isso. O uso cotidiano cria familiaridade, mas a prova exige precisão de conceitos.
Eu revisaria principalmente:
- arquivos, pastas e extensões;
- copiar, mover, recortar, colar, renomear e excluir;
- Lixeira e exclusão permanente;
- Explorador de Arquivos;
- Área de Trabalho;
- atalhos;
- área de transferência;
- pesquisa e configurações básicas.
Copiar, recortar e excluir não são sinônimos
Eu sempre revisaria esse trio. Copiar mantém o original e coloca uma cópia na área de transferência. Recortar prepara o item para ser movido. Excluir remove o item da localização, normalmente enviando-o à Lixeira quando o contexto permite.
É comum a banca explorar justamente palavras do cotidiano como se fossem equivalentes.
7. Internet: aprenda as diferenças que parecem pequenas
Na parte de Internet, eu criaria um pequeno mapa de conceitos parecidos:
- download: dados vêm de um serviço remoto para meu dispositivo;
- upload: dados saem do meu dispositivo para um serviço remoto;
- cache: guarda cópias de recursos para facilitar carregamentos posteriores;
- cookie: armazena pequenos dados associados à navegação e à interação com sites;
- HTTP: protocolo usado na comunicação web;
- HTTPS: versão que utiliza proteção criptográfica na comunicação;
- URL: endereço utilizado para localizar um recurso.
Eu tomaria cuidado com afirmações absolutas. Navegação anônima, por exemplo, não transforma o usuário em invisível na internet; ela altera principalmente o que fica armazenado localmente na sessão do navegador. Esse é o tipo de exagero que costuma tornar uma alternativa falsa.
8. Segurança da Informação: aprenda pelo objetivo do ataque
Eu acho mais fácil memorizar Segurança quando associo cada conceito ao que ele tenta fazer.
- Phishing: enganar a vítima para obter informação ou provocar uma ação.
- Ransomware: bloquear ou cifrar dados e exigir pagamento.
- Worm: malware com capacidade de propagação automática.
- Trojan: software malicioso que se apresenta ou é entregue de forma aparentemente legítima.
- Backup: cópia de dados criada para permitir recuperação.
- Autenticação multifator: uso de mais de um fator de autenticação.
Questão comentada de exemplo
Qual situação caracteriza melhor um ataque de phishing?
A) Um programa que se replica automaticamente entre computadores.
B) Um e-mail falso que imita uma instituição e direciona o usuário para uma página que coleta sua senha.
C) Uma cópia de arquivos armazenada em disco externo.
D) A criptografia do disco realizada pelo próprio sistema operacional.
Gabarito: B.
Eu resolveria essa questão procurando o elemento central: engano da vítima. A alternativa B descreve uma comunicação fraudulenta criada para induzir a pessoa a entregar uma credencial. A alternativa A lembra o comportamento de um worm. A C descreve backup. A D descreve um mecanismo legítimo de proteção.
O que eu anotaria no caderno de erros: phishing é uma técnica de fraude/engenharia social; não é sinônimo de vírus.
9. Como eu corrijo uma questão para realmente aprender
Eu não considero uma questão corrigida quando apenas olho a letra do gabarito. Para mim, a correção só termina quando consigo responder:
- Por que a alternativa correta está correta?
- O que torna cada alternativa errada?
- Qual conceito mínimo eu precisava dominar?
- Qual detalhe poderia me enganar novamente?
Esse processo é especialmente poderoso em Informática porque muitas alternativas erradas são construídas trocando um termo por outro.
Exemplo de correção ruim
Errei. Gabarito B.
Exemplo de correção útil
Erro: confundi cache com cookie.
Correção: cache mantém cópias de recursos para facilitar carregamento; cookie armazena pequenos dados vinculados à navegação/interação.
Pegadinha: ambos ficam associados ao navegador, mas não têm a mesma finalidade.
A segunda anotação me ajuda a acertar a próxima questão. A primeira só registra que eu errei.
10. Meu caderno de erros seria pequeno
Eu não copiaria todas as questões erradas. Isso produz um material enorme que raramente é revisado. Eu registraria apenas o conceito que provocou o erro.
Alguns exemplos:
- Ctrl+C copia; Ctrl+X recorta; Ctrl+V cola.
$A$1fixa coluna e linha;$A1fixa só a coluna;A$1fixa só a linha.- upload envia; download recebe.
- phishing depende de fraude/engano; ransomware está ligado a bloqueio/cifragem e extorsão.
Se a anotação couber em uma ou duas linhas, melhor ainda.
11. Como eu faria revisão sem reler tudo
Depois da primeira passagem, eu não voltaria automaticamente para a apostila inteira. A revisão deve ser mais seletiva.
Eu alternaria:
- questões que já errei;
- questões novas dos mesmos tópicos;
- caderno de erros;
- flashcards para fatos curtos;
- resumos de uma página;
- explicação oral do conceito sem consultar material.
Uma estratégia simples é revisar um conteúdo no dia seguinte, voltar a ele ao final da semana e depois deixá-lo reaparecer nos blocos mistos de questões. Eu não fico preso a intervalos rígidos; uso também meu desempenho para decidir quando um tópico precisa voltar.
12. Como medir se estou evoluindo
Eu não usaria horas estudadas como principal indicador. Horas mostram esforço, mas não necessariamente aprendizagem.
Eu acompanharia o percentual de acertos por assunto. Se eu estava com 45% em referências do Excel e, depois de estudar e revisar, chego a 70% e posteriormente a 80%, existe uma melhora objetiva.
Também separaria três tipos de erro:
- Erro de conteúdo: eu não sabia o conceito.
- Erro de interpretação: eu sabia, mas entendi mal a pergunta.
- Erro de atenção: eu marquei algo diferente do que meu próprio raciocínio indicava.
Cada um pede uma solução diferente. Erro de conteúdo exige estudar; interpretação exige treinar leitura de enunciado; atenção exige ajustar execução da prova.
13. Um plano de quatro semanas para sair do zero
Se eu tivesse quatro semanas para construir a primeira base de Informática, faria algo parecido com isto.
Semana 1 — Excel
- Dia 1: interface, células, linhas, colunas e operadores.
- Dia 2: referências relativas, absolutas e mistas.
- Dia 3: SOMA, MÉDIA, MÁXIMO e MÍNIMO.
- Dia 4: função SE e comparações.
- Dia 5: filtros, classificação e gráficos.
- Dia 6: questões mistas de Excel.
- Dia 7: revisão dos erros.
Semana 2 — Word
- fonte e parágrafo;
- estilos;
- tabelas;
- layout da página;
- revisão e comentários;
- atalhos;
- questões mistas e revisão.
Semana 3 — Windows
- arquivos, pastas e extensões;
- Explorador de Arquivos;
- copiar, mover, recortar e excluir;
- Lixeira;
- Área de Trabalho e configurações;
- atalhos;
- questões mistas e revisão.
Semana 4 — Internet e Segurança
- URL, domínio e protocolos;
- cache, cookies e navegação privada;
- e-mail e nuvem;
- phishing e engenharia social;
- malwares;
- backup, senhas e autenticação;
- simulado misto.
No final, eu usaria o simulado para escolher os próximos tópicos. O plano não termina na quarta semana; ela apenas cria a primeira base.
14. Quanto tempo por dia eu considero suficiente?
Se Informática é apenas uma das matérias do concurso, eu prefiro 30 a 60 minutos consistentes a uma sessão de quatro horas uma vez por semana.
Um bloco de 40 minutos pode ficar assim:
- 15 minutos de teoria;
- 20 minutos de questões;
- 5 minutos de correção e caderno de erros.
Conforme a teoria básica fica sólida, eu aumentaria a proporção de questões.
15. Os erros que eu evitaria desde o primeiro dia
- Estudar sem conferir o edital. Posso gastar horas em tema que nem será cobrado.
- Tentar memorizar o programa inteiro. Eu priorizo o funcionamento dos recursos e os tópicos recorrentes.
- Resolver questão sem corrigir. Quantidade sem análise pode repetir o mesmo erro dezenas de vezes.
- Assistir aula passivamente. Eu preciso testar o conhecimento logo depois.
- Trocar de material toda semana. Uma fonte principal + questões costuma ser mais eficiente.
- Ignorar as alternativas erradas. Muitas vezes é nelas que a banca ensina a próxima pegadinha.
- Decorar a letra do gabarito. Eu quero memorizar o conceito que resolve a questão.
16. Checklist: a base que eu gostaria de dominar antes de avançar
Antes de considerar minha primeira passada concluída, eu verificaria se consigo explicar sem consultar material:
- a diferença entre referência relativa, absoluta e mista;
- como ler uma função SE simples;
- o que fazem SOMA, MÉDIA, MÁXIMO e MÍNIMO;
- a diferença entre copiar, recortar, colar e excluir;
- o que são arquivos, pastas e extensões;
- a diferença entre cache e cookie;
- a diferença entre upload e download;
- o papel de HTTP e HTTPS;
- o que caracteriza phishing;
- as diferenças gerais entre vírus, worm, trojan e ransomware;
- para que serve backup;
- o objetivo da autenticação multifator.
17. Uma regra que eu considero decisiva: use a banca como guia
Depois que eu tenho a base, começo a olhar menos para “Informática em geral” e mais para como a minha banca cobra Informática. Algumas preferem conceitos; outras gostam de atalhos; outras exploram fórmulas, versões de software ou detalhes de segurança.
Eu faria blocos de questões filtrados pela banca e observaria padrões:
- quais assuntos aparecem com frequência;
- quais palavras costumam tornar a alternativa errada;
- quais tópicos eu erro repetidamente;
- se a banca cobra mais conceito ou procedimento.
Esse diagnóstico vale mais do que seguir cegamente um cronograma pronto.
18. Perguntas frequentes
Preciso saber usar muito bem o computador?
Não. Eu considero experiência prática útil, mas ela não substitui o estudo direcionado. Uma pessoa que usa Excel no trabalho pode saber criar planilhas e ainda errar referência mista, atalhos ou nomenclaturas cobradas em prova.
Devo estudar pela versão exata do software do edital?
Sim, quando o edital especifica versão. Interfaces, nomes de recursos e detalhes podem mudar. Conceitos gerais continuam úteis, mas eu sempre confronto o material com a versão exigida.
Posso estudar somente por questões?
Se eu já tenho uma boa base, questões podem ocupar a maior parte do estudo. Começando do zero, eu prefiro teoria curta + questões, porque isso evita transformar cada questão em adivinhação.
Quando devo fazer questões misturadas?
Depois de adquirir uma primeira base nos tópicos. No começo eu uso questões específicas para aprender. Depois, misturo os assuntos para treinar reconhecimento e troca de contexto.
Vale decorar todos os atalhos?
Eu não começaria por uma lista gigantesca. Priorizaria os atalhos recorrentes nas questões da minha banca e ampliaria o repertório conforme os erros aparecem.
Resumo de revisão
- Eu começo pelo edital, não por uma apostila genérica.
- Eu quebro “Excel”, “Word” e “Windows” em tópicos pequenos.
- Eu uso teoria curta e questões imediatamente.
- Eu corrijo também as alternativas erradas.
- Eu registro apenas os erros que merecem ser revistos.
- Eu acompanho acertos por assunto, não apenas horas estudadas.
- Eu volto aos tópicos fracos e aumento questões conforme evoluo.
- Eu adapto tudo ao edital e ao padrão da banca.
Fontes oficiais que eu uso para conferir conceitos
Quando um detalhe de software gera dúvida, eu prefiro consultar documentação oficial. Para Excel, por exemplo, a Microsoft mantém páginas específicas explicando referências relativas, absolutas e mistas e uma visão geral das fórmulas. Eu considero esse tipo de fonte especialmente útil quando uma questão depende de nomenclatura ou comportamento exato do programa.
Próximos passos
Depois de montar essa base, eu seguiria para conteúdos específicos. No AderConcurso, você pode continuar por Excel, Windows, Word, Internet e Segurança.
Se você quer transformar teoria em prática, eu recomendo também resolver as questões comentadas e usar cada erro como indicação do próximo conteúdo que precisa voltar ao seu ciclo de estudos.